Copom decide manter a taxa Selic em 15% ao ano.
Embora o Banco Central sinalize um ciclo de cortes a partir de março, o patamar atual da Selic ainda é o maior das últimas duas décadas, desde o ajuste iniciado em meados de 2025 que redesenhou as estratégias de investimento e moradia no Brasil.
Apesar dos juros elevados, o setor imobiliário entra em 2026 com sinais de resiliência. A expectativa de redução das taxas nos próximos meses, somada ao fortalecimento das linhas de crédito, deve trazer um alívio gradual. Contudo, essa melhora não atinge a todos da mesma forma. A projeção de queda de 2 a 3 pontos percentuais tende a beneficiar primeiro o financiamento imobiliário de varejo, mas deixa um hiato perigoso para quem possui ativos de maior valor.
A dinâmica do mercado hoje é ditada pela sensibilidade ao crédito:
Para o público de média e alta renda, o desafio de 2026 não se limita aos juros altos, mas se estende a questão do tempo. Em um cenário de vendas lentas, imóveis com irregularidades, pendências jurídicas ou proprietários com urgência de capital acabam ficando fora do radar das soluções bancárias tradicionais.
A Rooftop se insere no mercado de imóveis sob pressão entregando a única solução definitiva para quem possui um patrimônio valioso, mas enfrenta uma situação de pressão e urgência financeira.
Fique Por Dentro: Pico de Inadimplência? Entenda como o cenário macroeconômico está impactando os imóveis na principal metrópole do país.
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