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Rooftop é destaque na Forbes ao desenvolver solução exclusiva para imóveis sob pressão

Escrito por Rooftop | Sep 2, 2026, 1:54:42 PM

Ter milhões em imóveis não significa ter milhões disponíveis para resolver uma dívida, reforçar o caixa de uma empresa ou atravessar uma emergência financeira.

Essa diferença entre patrimônio e liquidez está no centro de uma matéria especial publicada pela Forbes, que analisou a história da Rooftop, o desenvolvimento do HomeCash e o perfil dos proprietários que procuram esse tipo de solução.

 

Quando patrimônio e liquidez entram em conflito

Imagine um imóvel avaliado em R$ 2 milhões e uma dívida de R$ 1 milhão.

No papel, existe patrimônio suficiente para cobrir a obrigação. Na prática, transformar esses R$ 2 milhões em dinheiro pode levar meses.

Uma venda tradicional depende de encontrar um comprador disposto a pagar pelo imóvel. O crédito com garantia de imóvel depende de aprovação bancária e ainda cria uma nova obrigação financeira.

É nesse intervalo que surge o problema dos imóveis sob pressão.

A pessoa possui um patrimônio de alto valor, mas precisa de liquidez em um prazo menor do que as alternativas tradicionais conseguem oferecer.

 

“A gente viu muita gente que é patrimonialmente rica e financeiramente pressionada, com um imóvel de alto padrão, mas com dívidas atreladas tanto a esse ativo quanto ao próprio nome."  — Daniel Gava, CEO da Rooftop

O perfil pode incluir empresários que precisam de capital de giro, proprietários com dívidas vinculadas ou não ao imóvel, famílias com compromissos financeiros acumulados e pessoas que já utilizaram crédito com garantia de imóvel e passaram a ter dificuldade para sustentar as parcelas.

 

O HomeCash como solução para os imóveis sob pressão

Antes do HomeCash, já existiam no mercado soluções que buscavam transformar um imóvel em liquidez, como o home equity, o sale and leaseback e outras estruturas de venda com permanência do proprietário no local. No entanto, nenhuma delas reunia, de forma tão completa, os elementos necessários para atender um proprietário em situação de urgência, considerando não apenas o valor do patrimônio, mas também a pressão financeira, a necessidade imediata de recursos e o tempo disponível para tomar uma decisão.

Com o HomeCash, o proprietário vende a propriedade, recebe recursos e continua morando no local como inquilino. Dentro das condições estabelecidas em contrato, existe ainda a prioridade para recomprar o imóvel ao fim da operação.

A estrutura combina venda, locação e possibilidade de recompra para atender um público específico: proprietários que possuem patrimônio, mas enfrentam uma necessidade de liquidez que não pode esperar.

 

O diferencial da prioridade de recompra

A possibilidade de recompra é um dos elementos centrais do HomeCash.

Ao final da operação, o cliente possui prioridade para decidir se deseja recuperar o imóvel dentro das condições previstas em contrato. Isso preserva uma possibilidade que não existiria em uma venda tradicional.

Os dados históricos enviados pela Rooftop à Forbes, porém, mostram um comportamento interessante.

Cerca de 30% dos clientes recompram o imóvel, enquanto aproximadamente 70% encerram a operação com a venda da propriedade a terceiros.

O resultado ajuda a entender uma característica importante do público.

Para muitos proprietários, a prioridade de recompra funciona como uma possibilidade enquanto reorganizam a vida financeira. Depois de recuperar o fôlego, eles podem concluir que a melhor decisão é seguir outro caminho.

Por isso, o HomeCash pode funcionar como uma forma de evitar que uma situação de pressão se agrave ainda mais, como numa venda forçada ou na perda definitiva do imóvel para o leilão.

O cliente recebe liquidez, continua no imóvel durante a operação e ganha tempo para decidir o destino do patrimônio.

Leia a matéria da Forbes na íntegra

 

R$ 350 milhões já alocados em operações

A Forbes também destaca os números feitos pela Rooftop até agora.

Aproximadamente R$ 350 milhões já foram alocados em operações de HomeCash, além de manter uma carteira de 75 imóveis ativos, com valor médio de aproximadamente R$ 1,92 milhão.

O valor médio liberado aos proprietários é de cerca de R$ 1,15 milhão, equivalente a aproximadamente 60% do valor dos imóveis.

Esses números ajudam a dimensionar a operação e mostram que existe uma demanda concreta por estruturas que transformem patrimônio imobiliário em liquidez em situações de pressão financeira.

 

A origem da solução

Fundada em 2020 por Daniel Gava, a Rooftop começou adquirindo e regularizando imóveis provenientes de bancos e leilões.

Nesse modelo, a empresa encontrava o proprietário depois que a pressão financeira já havia avançado.

Com o HomeCash, a proposta passou a atuar antes desse ponto.

Em vez de esperar que uma dívida evolua para execução, leilão ou venda forçada, a Rooftop busca oferecer uma alternativa enquanto o proprietário ainda possui espaço para tomar uma decisão.

Essa mudança altera o momento em que a empresa entra na jornada do imóvel.

O foco passa a ser o proprietário que precisa de liquidez agora, mas ainda quer tempo para permanecer com o ativo e decidir o que fazer com o patrimônio.

 

A experiência da Rooftop e os números apresentados à Forbes mostram uma operação que já movimentou centenas de milhões de reais, atendendo proprietários de imóveis de alto padrão que precisam de liquidez em momentos de pressão financeira.

O HomeCash transforma parte do valor do seu imóvel em capital disponível agora, sem venda forçada e sem perder poder de negociação.

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